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Comércio reage depois de dois anos de quedas

Apesar do resultado positivo do varejo, houve queda de 7,5% no segmento de móveis


Segundo o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, o movimento dos consumidores nas lojas brasileiras cresceu 1,1% no ano de 2017, superando quedas de 6,6% de 2016 e de 1,3% de 2015. O fluxo estancou dois anos consecutivos de retração por causa da profunda e prolongada recessão econômica que se instalou no país a partir da segunda metade de 2014.

 

Segundo os economistas da Serasa Experian, o varejo reverteu a queda acumulada nesse período por fatores como a queda da inflação, a contínua retração da taxa de juros, o processo de desalavancagem do endividamento das famílias, o ingresso dos recursos das contas inativas do FGTS na economia e a recuperação da massa real de rendimentos.

 

O destaque do comércio em 2017 foi o segmento de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas, que registrou alta no acumulado do ano de 1,2%. Por outro lado, a maior retração do consumidor em 2017 deu-se no segmento de material de construção, o qual registrou queda de 14,3% em 2017 frente ao ano precedente.

 

A segunda maior queda foi de 12,2%, observada no fluxo dos consumidores nas lojas de tecidos, vestuário, calçados e acessórios. Houve recuos também de 9,5% no segmento de combustíveis e lubrificantes, de 7,5% em móveis, eletroeletrônicos e informática e também de 7,5% no comércio de veículos, motos e peças.




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