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Produção de móveis cresce 4,4% até novembro

Esse foi o melhor resultado para o período desde 2011 quando a alta chegou a 12,6%


Pesquisa mensal do IBGE mostra que nos primeiros 11 meses de 2017 a produção de móveis registrou elevação de 4,4%, melhor resultado para o período desde 2011 quando a alta chegou a 12,6%. Na comparação com igual mês de 2016 a alta chegou a 13,6%. O único dado negativo foi a produção de novembro na comparação com outubro, quando se verificou queda de 2,1%.

 

Por região o IBGE pesquisa individualmente Paraná e Rio Grande do Sul. E na análise se observa certa disparidade no comportamento de ambos nos primeiros 11 meses de 2017. Enquanto o Paraná registra alta de 3,1%, o Rio Grande do Sul amarga queda de 2,8%. Na comparação de novembro com igual mês de 2016, as indústrias paranaenses registram forte alta (13,5%) enquanto as empresas gaúchas contabilizam recuo de 8%.

 

Mas o comportamento da produção de janeiro a novembro de 2017 não pode ser comemorado, tendo em vista que o aumento de 4,4% não repõe em quase nada as perdas dos três anos anteriores que chegaram perto de 28%. Inclusive, a previsão do Intelligence Group era de expansão superior a dois dígitos em 2017 o que compensaria em parte as perdas, mas isso não deverá ocorrer.

 

Em uma segunda avaliação – com a análise do comportamento dos preços dos móveis no varejo em 2017 (IPCA de -0,49%) e da queda de 5,5% no volume de vendas até outubro – o Gold Map 2018 estimou o potencial de consumo de móveis para este ano na casa de R$ 60 bilhões, 10% menor do que a previsão de 2016. Isso mostra que a retomada do setor vai demandar ainda alguns anos e, no pior cenário, não voltará tão cedo ao patamar de 2010, o melhor ano na história do setor.




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