Ideologia ambiental cega sufoca e ameaça o futuro do setor florestal

Ari Bruno Lorandi traz à discussão a colocação de pinus e eucalipto na lista nacional de espécies invasoras

No Cá Entre Nós dessa semana, Ari Bruno Lorandi traz à discussão a colocação de pinus e eucalipto na lista nacional de espécies invasoras. Isso traria impacto para cadeias produtivas importantes, como a de móveis, papel e celulose, e construção civil. O apresentador lembra que o Brasil construiu uma das cadeias florestais mais eficientes do mundo e que essa possível mudança é apenas fruto de ideologia.

“O mais impressionante é que isso acontece num país que não explora floresta nativa para sustentar sua indústria. O Brasil criou um modelo baseado em floresta plantada. Madeira renovável. Ciclo sustentável. Tecnologia de manejo. Pesquisa genética. Monitoramento ambiental. E agora surge uma proposta que coloca insegurança jurídica sobre investimentos feitos há décadas. 

Ninguém está dizendo que não deve existir controle ambiental. Deve. E rigoroso. Mas há uma enorme diferença entre fiscalização técnica e militância ambiental travestida de política pública.

Quando a ideologia começa a ignorar ciência, economia e realidade produtiva, o país entra numa rota perigosa. Porque quem paga essa conta não é Brasília. É a indústria, é o trabalhador, é o produtor e, no final, é o consumidor brasileiro.

O setor florestal brasileiro é um dos mais sustentáveis do planeta. O mundo reconhece isso. Quem parece não reconhecer é justamente parte da política brasileira.

E aí mora o perigo.

Porque quando um país começa a tratar quem produz como inimigo, transforma segurança jurídica em incerteza e coloca ideologia acima da realidade econômica, ele não enfraquece apenas um setor - enfraquece a própria capacidade de crescer.

Nenhuma nação se desenvolveu demonizando sua indústria, sufocando investimentos ou criminalizando quem gera emprego”.

Assista ao comentário completo no player acima.

Leia: As empresas que terão futuro não serão as que abandonarem sua história

NOTÍCIAS

O que podemos concluir ao analisar o IPCA até abril?

O mercado de móveis e colchões começa a emitir sinais importantes em 2026. E talvez o principal deles seja este: o varejo já parece operar menos olhando o presente e mais olhando o que acredita que pode acontecer no segundo semestre.

As variações entre janeiro e abril mostram um comportamento muito diferente entre regiões e segmentos. Em colchões, por exemplo, abril trouxe aumentos bastante expressivos. E isso dificilmente acontece apenas por demanda aquecida.

Há uma percepção crescente de pressão nos custos industriais - espuma, químicos, MDF, fretes, dólar. E parte do varejo parece já antecipar esses reajustes nas gôndolas.

Mas existe outro movimento acontecendo ao mesmo tempo: expectativa.

O mercado acredita que programas de estímulo, crédito e recuperação gradual do consumo possam fortalecer as vendas nos próximos meses. E quando o varejo acredita em melhora de demanda, ele começa a recompor margem antes da retomada acontecer.

O problema é que a reação do consumidor ainda não é uniforme. As diferenças regionais mostram um mercado cauteloso, testando elasticidade, ajustando preços e observando até onde o consumidor aceita avançar.

Ou seja: hoje existe mais expectativa de retomada do que retomada consolidada.

E talvez essa seja a grande fotografia do setor neste momento: o varejo já começou a se posicionar para um cenário melhor. Mas o consumidor ainda não confirmou completamente esse cenário. A ver, a partir de junho.

Sustentabilidade e Responsabilidade Social está no DNA da Castor

Uma das empresas que mais trabalha em favor do meio ambiente, a Castor utiliza madeira de reflorestamento, possui o Selo Verde, implementa programas de logística reversa e desenvolve processos internos de reciclagem.

Em 2024, a Castor tornou-se signatária do Pacto Global da ONU, reforçando seu compromisso com os princípios universais de direitos humanos, práticas de trabalho justas, sustentabilidade ambiental e combate à corrupção. Além disso, a empresa possui certificação ESG, destacando-se como pioneira em práticas sustentáveis no setor moveleiro.

Desde sua fundação, há 64 anos, a Castor continua a inovar e liderar o mercado de colchões e conforto, com um compromisso inabalável com a qualidade, sustentabilidade e satisfação do cliente.

Assista ao 10 Minutos com Ari Bruno Lorandi na íntegra no player acima.

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