Oportunidades regionais substituem tradicionais importadores
Uruguai consolida-se como porta estratégica com logística simplificada, e Chile valoriza móveis diferenciados

O móvel brasileiro encontrou seu espaço no comércio internacional, mas está longe de um salto estrutural: a indústria cresceu em quantidade, mas não mudou de patamar de qualidade e de eficiência. Outra característica é o forte laço de dependência dos Estados Unidos como principal destino, concentrando em média cerca de 28% de tudo que o Brasil vende no exterior, enquanto na outra ponta acompanha à distância China e Vietnã inundarem o mundo em uma disputa baseada menos em custo e cada vez mais em escala, logística e integração comercial.
“Ganhamos espaço no mundo, mas precisamos continuar evoluindo para competir”, encoraja Marcos Lélis, professor de Economia da Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos, RS). Citando dados do UN Comtrade, organismo da ONU, referência mundial em estatísticas oficiais de exportações e importações... continue lendo
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